Setor público
Consultoria para empresas que querem atuar no setor público
Sua empresa tem um produto que o Estado compraria, e não sabe por onde entrar. A maioria acha que o único caminho é disputar licitação. Não é.
Os caminhos para vender ao setor público
Há mais de um caminho formal para uma empresa vender ao Estado: a licitação, a contratação direta nos casos que a lei prevê, e a parceria com as empresas públicas de tecnologia. Os três são públicos e têm regras escritas. O que muda é o preparo que cada um exige, e é nisso que trabalhamos.
Os governos têm empresas próprias de tecnologia, uma em cada estado e em várias capitais. Elas avaliam soluções de mercado, firmam parceria com quem passa nos critérios e passam a oferecer essas soluções aos órgãos públicos que atendem. Uma vez parceira, a sua solução entra pela porta delas, e não pela fila comum.
É um processo formal e público, com requisitos escritos e critérios objetivos. Não é atalho e não é rápido. Mas para quem tem produto pronto e nunca conseguiu chegar ao setor público, é o caminho mais curto que existe. O que fazemos é dominá-lo e produzir o que ele exige.
O que fazemos
- Avaliação da solução. A sua solução contra as áreas que a estatal declara querer e contra os requisitos que ela exige. Sai um mapa de lacunas e um veredito: segue, não segue, ou o que precisaria para seguir.
- Adequação de documentos. Arquitetura, segurança, capacidade de entrega, vantagem para o comprador público. O dossiê que o processo pede, item a item.
- Preparação para o processo formal. Manifestação de interesse, resposta a pedidos de esclarecimento, preparação da equipe para as interações.
- Negociação e acompanhamento. Os termos da parceria são definidos entre as partes. Estamos ao lado da empresa nessa mesa e depois dela, na operação.
- Integração em pacotes. Reunimos soluções complementares num pacote que o Estado contrata como um produto só. Quem entrega bem, integramos. O que ninguém entrega, desenvolvemos.
- O que faltar, construímos. Especificação, arquitetura e produto por fase. Soluções digitais.
Como funciona
- Especificação técnica. O que a solução faz, para quem, como se instala, com o que se integra. É o primeiro documento, e sem ele nada se avalia.
- Diagnóstico de aderência. Três semanas, pago, por escrito. O que confere, o que não confere, o que falta, e por que porta a empresa entra.
- Preparação e submissão. Fechamos as lacunas, montamos o dossiê e conduzimos o processo.
- Negociação e operação. Os termos da parceria, e depois a venda aos órgãos, com a empresa já dentro.
Para quem compra
Órgãos, consórcios e associações de municípios têm necessidade, orçamento e infraestrutura. Raramente têm quem organize tudo numa coisa só. Definimos os produtos com quem compra, identificamos quem entrega cada peça, montamos o conjunto e respondemos por ele, dentro dos canais formais de contratação. O que não existir pronto no mercado, desenvolvemos.
Já vende ao Estado e o pagamento demora?
Contrato assinado, entrega feita, e o caixa esperando. Há estrutura para transformar contrato com o setor público em caixa antes do prazo. Fale conosco antes de aceitar a primeira proposta que aparecer: a base de cálculo importa mais do que a taxa, e quem já vende ao Estado é também candidato natural a entrar num pacote.
O que não fazemos
Não prometemos entrada, prazo nem decisão de terceiro. Os processos por onde entramos são formais e públicos, e o que fazemos é dominá-los. Não invocamos relação, contato ou influência, em material nenhum, em reunião nenhuma. E não trabalhamos com quem procura atalho, porque o atalho contamina o caminho para todos os outros.
Teste de aderência
Dez perguntas, resposta na hora. É a triagem que fazemos na primeira conversa. Nada é enviado sem você querer.
O que precisamos de você
- A especificação técnica da solução, mesmo que em uma página.
- Um cliente atual, com contrato, que possamos citar na conversa.
- Quem decide, e se há mais sócios com voz na decisão.
Começa sempre por uma conversa.
contato@magnadvisors.com