Não vendemos o que a empresa já tem.
Encontramos o que lhe falta.
Pode faltar o canal para vender. O capital para crescer. O caixa para esperar o cliente pagar. Ou a própria ferramenta que ainda não existe. Setor público ou privado, o que falta a gente encontra e resolve.
O que falta
Produto pronto, cliente que existe, e nenhum caminho até ele. No setor público, a maioria acha que o único caminho é a licitação. Não é.
A empresa vale, e o dono não sabe quanto, nem a quem falar sem virar assunto no mercado. Avaliamos antes de qualquer nome circular.
Contrato assinado com o Estado, entrega feita, pagamento que demora. Há estrutura para transformar contrato em caixa antes de aceitar a primeira proposta.
O que o cliente precisa ainda não existe, ou existe errado. Especificamos, desenhamos a arquitetura e construímos por fase.
Setor público
Trabalhamos com empresas de tecnologia e de serviços que querem atuar na administração pública e não sabem por onde entrar. Os governos têm empresas próprias de tecnologia, que avaliam soluções de mercado e passam a oferecê-las aos órgãos que atendem. É um processo formal, público e com critérios objetivos. O que fazemos é dominá-lo e produzir o que ele exige.
Preparamos a empresa: avaliação da solução, adequação de documentos, preparação para o processo, negociação e acompanhamento. Integramos soluções complementares em pacotes que o Estado contrata como um produto só. Construímos o que faltar. E quando a solução certa existe e falta quem a leve ao Estado, entramos como parte do produto.
Quem entrega bem, integramos. O que ninguém entrega, desenvolvemos.
Mercado privado
Mercado. Abrimos canal para quem tem produto e não tem comprador: estruturamos a operação comercial no Brasil, levamos empresas brasileiras a mercados externos e trazemos empresas estrangeiras para cá. Acesso é relação, e relação não se improvisa.
Capital. Preparamos a empresa para ser avaliada e a levamos a quem tem capacidade de estruturar a operação: venda da empresa, entrada de sócio ou financiamento. Avaliamos antes de qualquer nome circular, e acompanhamos o dono do outro lado da mesa até o fim.
Como trabalhamos
- Especificação antes de qualquer conversa. O que a solução faz, para quem, como se instala. Sem esse documento nada se avalia.
- Diagnóstico pago, em três semanas, por escrito. O que confere, o que não confere, o que falta e o caminho recomendado. É o primeiro trabalho, e é o que separa uma conversa de um projeto.
- Contrato antes de qualquer apresentação. Nenhuma porta se abre sem papel assinado. É proteção dos dois lados.
- Entrada, frente e êxito. Cobramos pelo trabalho que fazemos e participamos do resultado que ajudamos a criar. Está tudo em contrato antes de começar.
Não prometemos entrada, prazo nem decisão de terceiro. Não invocamos relação, contato ou influência. Não trabalhamos com quem procura atalho.
Comece por aqui
Cinco perguntas. São as primeiras que o outro lado vai fazer, e é melhor a resposta chegar antes. Responda o que souber; aproximado serve.
Discrição não é um detalhe do nosso trabalho; é o nosso modo de operar.
Começa sempre por uma conversa.
contato@magnadvisors.com